http://bit.ly/2OBbM5g

domingo, 31 de maio de 2015

Meditando

Certa vez, um jovem caminhava por um parque quando viu um casulo preso no tronco de uma árvore. Curioso, ele se aproximou para observar melhor e notou que uma lagarta estava passando pela metamorfose (processo onde a lagarta se transforma em borboleta).
Ele achou aquilo fantástico e decidiu ficar ali observando o processo. O tempo passou e o rapaz percebeu uma pequena rachadura no casulo; era a lagarta lutando bravamente para se libertar. Ele, então, ficou intrigado com a dificuldade que o inseto enfrentava, e aos seus olhos, parecia que a lagarta não conseguiria vencer aquela crise.
Sensibilizado, o jovem resolveu dar uma "mãozinha" para o pobre bichinho e abriu o casulo. Com isso, o inseto saiu facilmente e caiu no chão. Feliz por ter ajudado, ele se abaixou para ver como estava a lagarta. Porém, para seu espanto, viu algo muito estranho: o inseto não era uma lagarta e nem uma borboleta; era um bicho estranho com asas atrofiadas, que logo morreu. O rapaz ficou muito decepcionado! Ele viu que, ao tentar ajudar a lagarta, impossibilitou que ela fizesse o esforço necessário que só ela poderia fazer para dar início a um novo tempo em sua vida.
Essa ilustração me faz lembrar as palavras de Jesus que estão registradas em João 12:27: "Agora meu coração está perturbado, e o que direi? Pai, salva-me desta hora? Não. Eu vim exatamente para isto, para esta hora”.
Mas talvez você se pergunte: "O que esta palavra tem a ver com o processo de transformação da lagarta em borboleta?" Jesus nos mostra que, entre o nosso desejo de fazer a vontade de Deus e viver os planos Dele para nós, existe um processo de passagem que, muitas vezes pode ser uma crise (No grego, Krisis significa: momento de mudança, de decisão).
Perceba uma coisa: Jesus ficou com o coração perturbado por saber de que a hora de ser crucificado estava chegando, e isso também acontece com a gente! "Ficar" perturbado não quer dizer "ser" perturbado, ou seja: é algo passageiro e não permanente. Jesus passava por uma crise quando disse aquelas palavras. Mas, mesmo assim, Ele sabia que se pedisse a Deus para tirá-lo daquela situação, isso tiraria dele também a possibilidade de salvar a humanidade.
Desse modo, nós não devemos pedir a Deus para "abrir o casulo" para nós, ou seja, pedindo a Ele para nos livrar da crise que estamos passando. Caso contrário, isso tirará de nós a oportunidade de começarmos da forma correta uma nova etapa da vida que Deus tem para nós. Em vez disso, devemos pedir sabedoria para lidar com as situações difíceis (Leia Tiago 1:2-5), e força para nós mesmos abrirmos o casulo. Se conseguirmos enxergar que cada momento de crise é uma oportunidade para fortalecer as nossas asas da fé, veremos que as crises são necessárias para alcançarmos os sonhos de Deus para nós.
A sua maior dor vai se tornar o seu maior ministério. Você acredita nisso? Uma lagarta não nasceu para ser lagarta; ela nasceu para ser borboleta. Então ela rasteja até entrar em um casulo e ali ela passa por uma transformação gerada através uma crise. Ou seja, para uma lagarta deixar de rastejar e começar a voar, ela precisa passar por uma fase desconfortável.
Talvez você esteja passando por uma crise e parece que ninguém consegue te ajudar. Isso é porque ninguém pode determinar o tamanho de suas "asas". Só Deus pode fazer isso, e Ele é fiel para completar esta boa obra (Filipenses 1:6). Creia que Ele está com você nos momentos bons e ruins, e fará tudo cooperar para o seu bem!
"Quando você atravessar as águas, eu estarei com você; e, quando você atravessar os rios, eles não o encobrirão. Quando você andar através do fogo, você não se queimará; as chamas não o deixarão em brasas" (Isaías 43:2).
(Fonte: Pastor Antônio Junior )

Xeirinhoooosss

Era uma vez...


(Sem Assunto)

"Era uma vez um homem que desafiou Deus a falar:
Faz a sarça ser consumida pelo fogo como fizeste por Moisés, Deus, e eu te seguirei.
Derruba os muros como fizeste por Josué, Deus, e eu lutarei.
Acalma a tempestade como fizeste na Galiléia, Deus, e eu ouvirei.
E o Homem sentou-se ao lado de uma sarça, junto a um muro, perto do mar e esperou Deus falar. E Deus ouviu o homem, portanto, Deus respondeu. Enviou fogo, não para a sarça, mas para uma igreja.
Derrubou um muro, não de tijolos, mas de pecados. Acalmou a tempestade, não do mar, mas de uma alma.
E Deus esperou a resposta do homem.
E esperou…
E esperou…
E esperou…
No entanto, por estar olhando para a sarça, não para corações;
para tijolos, não para vidas;
para o mar, não para as almas,
o homem concluiu que Deus não havia feito nada.
Finalmente, ele olhou para Deus e perguntou:
Perdeste o Poder?
E Deus olhou para o homem e disse:
Perdeste a audição? 💭💭💭
(Ouvindo Deus na tormenta - Max Lucado)

Xeirinhos

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Como seria o Pai Nosso orado por Deus...


Meu Filho que estás na Terra
Preocupado, solitário, desorientado.
Eu conheço perfeitamente o teu nome.
E pronuncio-o santificando-o.
Porque te amo.
Não, não estás só, mas habitado por mim,
E juntos construiremos este reino.
Do qual tu serás herdeiro.
Agrada-me que faças a minha vontade,
Porque a minha vontade é que tu sejas feliz.
Conta sempre comigo e
Terás o pão para hoje.
Não te preocupes.
Só te peço que saibas partilhá-lo
Com os teus irmãos.
Sabes que te perdoo de todas as tuas
Ofensas, antes mesmo de as cometeres.
Peço-te, porém, que faças o mesmo
Com os que te ofendem
Para que nunca caias em tentação.
Agarra-te bem à minha mão
E Eu te livrarei do mal.
Aquele que te ama desde sempre
O Teu Pai...

Me resume:


"Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. NÃO QUERO ESTAR EM REUNIÕES ONDE DESFILAM EGOS INFLADOS.
Não tolero gabolices. 
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos. Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos para reverter a miséria do mundo. Não vou mais a workshops onde se ensina como converter milhões usando uma fórmula de poucos pontos. Não quero que me convidem para eventos de um fim-de-semana com a proposta de abalar o milênio.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos. Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões de “confrontação”, onde “tiramos fatos à limpo”. Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de donos da razão...
Já não tenho tempo para debater vírgulas, detalhes gramaticais sutis, ou sobre as diferentes traduções da Bíblia. Não quero ficar explicando porque gosto da Nova Versão Internacional das Escrituras, só porque há um grupo que a considera herética. Minha resposta será curta e delicada: – Gosto, e ponto final!
Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: “As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos”. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos.
Já não tenho tempo para ficar dando explicação aos medianos se estou ou não perdendo a fé, porque admiro a poesia do Chico Buarque e do Vinicius de Moraes; a voz da Maria Bethânia; os livros de Machado de Assis, Thomas Mann, Ernest Hemingway e José Lins do Rego.
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita para a “última hora”; não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e acima de TUDO
deseja andar humildemente com Deus. Quero caminhar perto de coisas e pessoas de verdade.
O essencial faz a vida valer a pena.
E para mim,
Basta o essencial..."
(Tempo que foge/ Ricardo Godim)